MAX HEINDEL REDIVIVO

 

Capítulo V

 

 

Seu trabalho como Mensageiro dos Irmãos Maiores da Ordem Rosa Cruz

 

 O primeiro rascunho do Conceito Rosacruz do Cosmos  foi feito enquanto ele esteve no  Templo Secreto da Rosa Cruz  na Alemanha. O Mestre disse-lhe que era apenas um esboço. A pesada atmosfera psíquica da Alemanha estava particularmente adaptada à comunicação de pensamento místico à consciência do candidato, porém disse-lhe que as trezentas e  cinqüenta páginas de manuscrito que havia feito não lhe satisfariam quando ele atingisse a elétrica atmosfera da América e que então reescreveria o livro inteiro. Em seu grande entusiasmo a principio duvidou disto. Sentia que havia recebido uma mensagem maravilhosamente completa. Porém as predições do Irmão Maior resultaram verdadeiras. Após ter o Senhor Heindel passado umas poucas semanas na cidade de New York, o dito do Irmão Maior demonstrou ser um fato. O estilo no qual o manuscrito fora escrito não lhe agradou, e então ele começou o trabalho de reescrevê-lo

 

Alugou um modesto quarto no sétimo andar de uma Pousada e durante os tórridos meses de verão de 1908, sentado a frente de sua escrivaninha, datilografava neste inconfortável cômodo das 7 horas da manhã as 21 e às vezes 22 horas da noite, quando saía para se alimentar. Depois de uma rápida caminhada pelas ruas de nova York, retornava ao seu trabalho sobre o manuscrito até a madrugada. O calor tornara-se insuportável levando-o a mudar-se para Buffalo, onde concluiu o “Conceito Rosacruz do Cosmos”, em setembro de 1908.

 

Ao concluir a redação do “Conceito”, em setembro de 1908, o problema seguinte , enfrentado por Max Heindel, foi o de publicá-lo e encontrar os meios financeiros para viabilizar tal publicação.

 

Em decorrência do calor excessivo nessa estação do ano, ele não pode iniciar suas palestras nem ministrar aulas em Buffalo, mas encontrou um grande campo para seu trabalho em Columbus, Ohio, onde a Sra. Rath Merril e sua filha ajudaram-no no desenho de diagramas.

Reportando-se às suas próprias palavras:

 

“Segundo uma narrativa hindu, aquele que tenha duas linhas semi-circulares na palma da mão, na articulação exterior do polegar “leva consigo um grão de arroz”. Isto quer dizer que será bem recebido e hospitaleiramente tratado onde quer que vá. O autor tem o sinal mencionado, e, no seu caso, o prognóstico se cumpriu maravilhosamente. Em todos os lugares encontrou amigos, e por eles foi bem tratado . O mesmo aconteceu com o “Conceito Rosacruz do Cosmos”. A Dra. Alma Von Brandis facilitou os meios para a primeira aproximação com os ensinamentos rosacruzes. O comandante Kingsmill e Jessie Brewster auxiliaram-no lealmente na parte literária, Mrs M.E.Rath Merril e Miss Allen Merril executaram certo número de desenhos, e quanto a Wm. M. Patterson não só prestou ao autor serviços pessoais, mas ainda prestou o seu auxílio financeiro para que este livro pudesse ser oferecido pelo preço de custo. Este trabalho foi, portanto produzido com Amor. Ninguém com ele relacionado, recebeu e deve receber, um centavo de recompensa. Todos, desinteressadamente, deram tempo e dinheiro. Portanto, o autor deseja expressar todo o reconhecimento a eles, esperando que venham a encontrar outras e maiores oportunidades de exercerem os seus préstimos com igual desinteresse”.

 

Max Heindel passou alguns meses em Columbus, tendo grande sucesso como conferencista e instrutor, formando, então, o primeiro Centro Rosacruz em 14 de novembro de 1908. Depois de cada conferência, ele distribuía, gratuitamente, cópias mimeografadas das vinte palestras da série “Cristianismo Rosacruz”. Começando com a Instrução Nº. 1, “O Enigma da Vida e da Morte”, ele dava a cada pessoa presente, uma cópia para ser levada para casa e estudada. Tais cópias eram impressas por ele mesmo em seu mimeógrafo manual, à noite, depois das reuniões.

 

Com um pequeno martelo, um grande pacote de pregos no bolso e com seus cartazes debaixo do braço, ele andava quilômetros a cada dia, colocando tais cartazes em locais que pudessem atrair a atenção do público. Max Heindel escrevia artigos para jornais, colocando-os , ele próprio, nas mãos dos editores que muitas vezes tinham alguns preconceitos contra os novos ensinamentos. Mas Max heindel, com sua agradável personalidade, conquistava-os, conseguindo muitas vezes obter colunas inteiras em jornais, atraindo posteriormente uma multidão para ouvir os Ensinamentos Rosacruzes.

 

Após fazer vinte conferências em Columbus, sua missão levou-o a Seattle, Washington, lugar onde tinha feito muitas amizades em 1906. Reencontrando William M. Patterson, que se interessou pelo livro, empenhando-se em sua publicação. Patterson ajudou-o a entregar o livro ao editor, e  sendo também impressor e editor deu-lhe também conselhos valiosos quanto a forma da publicação e venda posterior. A Sra. Jessie Brewster e o comandante Kingsmill foram também grandes colaboradores que o assistiram e orientaram-no na edição da obra. Em seguida, acompanhado por  William M. Patterson, ele levou o “Conceito Rosacruz do Cosmos” e as vinte conferências à Chicago , onde finalmente foram publicadas.

 

Reportando-nos às próprias palavras de Max Heindel  "O Conceito Rosacruz do Cosmos" foi publicado em novembro de 1909.  Alguns amigos tinham editado o manuscrito original e fizeram um ótimo trabalho, mas eu tive, naturalmente, de revisá-lo antes de o mandar ao impressor final, li a prova, corrigi, reli para ter certeza que não havia erros. Li tudo novamente quando a composição foi dividida em páginas e dei instruções aos gravadores e ao impressor quanto aos desenhos e diagramas e como colocá-los nos livros, etc. Eu me levantava às 6 horas da manhã, trabalhava até às 12, 1, 2 ou 3 horas da madrugada durante todas aquelas semanas, em meio ao ruído de Chicago, que me chegava aos ouvidos ininterruptamente, cansando-me, muitas vezes, até ao limite da minha resistência. Não obstante conservei minhas faculdades e escrevi muitos novos detalhes no Conceito. Se não fosse a assistência e apoio dos Irmãos Maiores, eu, possivelmente, teria sucumbido, mas como era o trabalho deles, eles realmente me ajudaram, mas mesmo assim estava totalmente esgotado, quando esta obra terminou."

 

Foi em Chicago que ficou a edição inteira da obra "O Conceito Rosacruz do Cosmos", em casa de uma mulher que dirigia uma empresa editorial, com exceção de algumas centenas de cópias que foram levadas para Seattle. Esta mulher tinha muitas dívidas e usou o "Conceito Rosacruz do Cosmos", armazenado em sua casa, para pagar seus compromissos. Quando, mais tarde, foram pedidos de Seattle mais livros, verificou-se que a primeira edição de dois mil volumes estava esgotada. Foi necessário ordenar-se uma segunda edição, quando foi acrescentado um índice.

 

Pode parecer que a perda de dois terços da 1ª edição do Conceito tivesse sido uma catástrofe para uma pessoa de poucos recursos financeiros, mas não foi assim. Parece antes ter sido uma providência, uma dádiva celeste, porque a mulher em questão estava associada e há muitos anos com o Novo Pensamento, movimento teosofista e várias outras associações de pensamento avançado, às quais fornecia livros de várias casas editoras. Ela convenceu-os a aceitar o "Conceito Rosacruz do Cosmos", obra que era completamente desconhecida. Desta maneira ela promoveu o livro, conseguindo espalhar os ensinamentos Rosacruzes em muitas partes do mundo.

 

Milhares de cópias desta obra foram vendidas a membros da Sociedade Teosófica. Grandes Lojas, como as de Londres, Chicago, Boston e Washington  encomendaram inúmeras vezes centenas de exemplares. Certa ocasião The Theosophical Book Concern negociou uma edição inteira, então na gráfica, mas como o Sr. Heindel necessitava da maior parte desta edição em regime de urgência para despachar encomendas anteriores a livreiros de Nova York e Londres, não foi possível atender tal demanda. Milhares de exemplares foram vendidos diretamente da Fraternidade Rosacruz a teosofistas individualmente, e centenas de membros da Sociedade Teosófica escreveram à Max Heindel cartas de felicitações e apreço. Diretores de Grandes Lojas escreveram entusiasticamente a Max Heindel manifestando o grande valor do livro e adotando-o em suas aulas, e a critica em muitas de suas publicações manifestou-se favoravelmente em termos elevados.

 

The Theosofist, órgão oficial da Sociedade Teosófica, editado pela Sra. Annie Besant, em sua edição de fevereiro de 1915, publica um artigo de Sr. Wedgwood, o qual escreve:

 

“Max Heindel é o autor de um livro fascinante e realmente competente, o “Conceito Rosacruz do Cosmos”. E a título de comparação com outros livros ocultistas , comenta: “O livro do Sr. Heindel é provavelmente o mais completo destes livros. Expõe um esquema muito racional e coerente, e se alguns de seus pontos de vista convidam ao debate, outros evocam da intuição um relâmpago de rápido reconhecimento que é inequívoco. Claramente o livro representa uma tradição oculta definida”. Indagando sobre a natureza da fonte do “Conceito Rosacruz do Cosmos”, escreve o Sr. Wedgwood: “Há escolas de Ocultismo Ocidental existentes todavia no plano físico, os depositários, talvez, da Alquimia da Rosa Cruz, onde os Mistérios Menores ainda são celebrados? Ou emanam tais ensinamentos de Lojas Suprafísicas de Mestres desencarnados que acariciam todavia a doutrina do Ocultismo Monástico Medieval, mesclado freqüentemente com um forte matiz do Cristianismo Ortodoxo? Seria interessante saber”.

 

Após estabelecer Centros da Fraternidade Rosacruz em Columbus, Seattle, North Yakima e Portland, Max Heindel retornou à Los Angeles em novembro de 1909, para iniciar o trabalho  nesta cidade. Nesta ocasião reencontrou Augusta Foss, sua grande amiga teosofista com a qual compartilhara muito tempo juntos, estudando ocultismo, astrologia e outros assuntos da mesma natureza, que  com ardente entusiasmo aderiu ao trabalho, ajudando fervorosamente a Max heindel em suas Conferências e classes.

 

Reportando-nos às palavras de Augusta Foss, que mais tarde tornaria sua esposa, “Quando ele voltou a Los Angeles em 1909 com os Ensinamentos Rosacruzes, encontrei  no "Conceito Rosacruz do Cosmos" tudo aquilo que havia procurado por muitos anos. Isto causou-me a mais grata e profunda satisfação porque era o alimento que minha alma faminta buscava há muito. Imediatamente comecei  a trabalhar, entregando-me de corpo e alma a este ideal, ajudando Max Heindel em suas aulas e conferências”.

 

Entre 29 de novembro de 1909 e 17 de março de 1910 ele deu aulas e fez conferências em Los Angeles, Califórnia. Dando três conferências por semana, tinha sempre o auditório repleto, cada noite, na sala que abrigava até a porta quase mil pessoas. Em março, sua saúde não o permitiu continuar, pois logo após teve seríssimos problemas cardíacos que quase o levaram à morte e, enquanto estava no hospital, teve uma imensa e extraordinária experiência. Daremos sua descrição, usando suas próprias palavras:

 

"Na noite de 9 de abril de 1910, quando a Lua estava em Áries, meu Mestre apareceu em meu quarto e disse-me que uma nova década estava começando nessa noite  e que nos próximos dez anos eu teria o privilégio de dar ao mundo uma ciência de curar que foi posteriormente descrita. A Fraternidade proporcionaria auxiliares para a grande obra.

 

"Este foi o primeiro aviso que eu tive acerca do trabalho que estava sendo projetado. Na noite anterior eu havia terminado meu trabalho com o recém formado Centro da Fraternidade de Los Angeles. Tinha viajado e dado conferências durante 6 noites da semana, além de muitas tardes também, consecutivamente, desde minha experiência editorial em Chicago. Estava doente e tinha-me retirado do trabalho com o público, para me recuperar. Eu sabia que era muito perigoso deixar o corpo físico, conscientemente, durante uma doença porque o corpo etérico está, então, muito enfraquecido e o cordão prateado pode romper-se facilmente. A morte, nestas condições, causaria tanto sofrimento como a morte pelo suicídio, portanto os Auxiliares Invisíveis são sempre aconselhados a permanecerem nos seus corpos físicos, quando estão doentes. Mas, solicitado pelo meu Mestre, eu estava pronto a fazer este vôo anímico ao Templo pois, prudentemente, um guardião foi deixado para cuidar do meu corpo físico enfermo.

 

"Depois que entramos no Templo, passei algum tempo numa conversa a sós com o Mestre, e, então, ele fez um esboço da missão da Fraternidade, tal como os Irmãos queriam que ela fosse levada adiante.

 

"Depois desta entrevista entramos no Templo, onde os doze Irmãos estavam presentes. Tudo estava arrumado diferentemente do que eu tinha visto antes, mas, por falta de espaço, não posso dar uma descrição mais detalhada do que lá havia. Mencionarei somente três esferas suspensas uma sobre a outra no centro do Templo; a esfera do meio estava na metade da altura entre o soalho e o teto e era a maior delas, as outras duas estavam suspensas uma acima, outra abaixo dela.(...)"

 

Uma pequena ajuda dos Irmãos, naquela noite, capacitou-o a contatar a quarta subdivisão da Região do Mundo do Pensamento Concreto, onde se encontram os arquétipos para receber ali os ensinamentos e a compreensão do que se idealizava como o mais elevado ideal e a transcendental missão da Fraternidade Rosacruz.

 

"Vi nossa Sede Central e longa fila de pessoas vindas de todas as partes do mundo para receberem estes Ensinamentos; vi essas mesmas pessoas saírem desse lugar, para levarem consigo o bálsamo aos sofredores e aflitos, tanto para os de perto como para os de longe. Enquanto neste mundo físico é necessário investigar com a finalidade de encontrar alguma coisa, lá, é a voz de cada arquétipo que toca nossa consciência espiritual e que leva consigo o conhecimento do que o próprio arquétipo representa. Assim, tive, naquela noite, uma compreensão que está muito longe do que as palavras podem expressar, já que o mundo em que vivemos está baseado no principio do tempo, enquanto que nas altas regiões dos arquétipos tudo é um eterno AGORA".

 

Na época desta Iniciação nos mistérios mais profundos, os Irmãos informaram a Max Heindel que um Templo deveria ser construído em Mount Ecclesia, onde uma Panacéia devia ser preparada. O fluxo espiritual obtido nesse lugar através da fórmula dada a Max Heindel naquela memorável noite no Templo, deveria ser combinada com uma substância física adequada para facilitar a transmissão. Esta Panacéia não pode ser obtida, a não ser que condições corretas e apropriadas sejam conseguidas para Ela na Ecclesia, por parte dos próprios Probacionistas.

 

Em agosto de 1910, ele associou-se em matrimonio a Augusta  Foss, a mulher que havia sido instrumentada em ajudá-lo a encontrar a verdade, na cidade de Santa Ana , na Califórnia. No Outono de 1910, Max Heindel viajou para Seattle, Portland e outras cidades, a fim de fazer uma série de conferências. Durante esta viagem escreveu à sua esposa:

 

“Eu sempre procuro falar sobre a direção espiritual dos Mestres. Nós devemos sempre tratar do trabalho desde o interior, até onde seja possível, independentemente dos conselhos dos demais, não importando quanto os admiremos e respeitemos. Somos responsáveis pelos nossos atos, sem tomar em conta quem nos insinue e devemos pôr na balança os conselhos para ver se coincidem com a nossa compreensão do certo e do justo. Esteja sempre firme em defesa do justo e do direito, como você aprecia, ainda que seja aparentemente contra mim mesmo ou contra o Mestre, desde que estejam de acordo com as Leis que você acredita provindas de Deus, porque o justo é o justo, não importando quem diga o contrário. É preferível errarmos do que fazermos o mal em deferência a alguém. Temos que cultivar as instruções apropriadas ao manejo dos nossos veículos, mas também cultivar a auto-confiança e conduzirmo-nos por meio do conhecimento do Eu Superior.”

 

“O Mestre felicitou-me e disse que tinha uma filha e a mim chamou-me filho; coisa que nunca havia acontecido até o momento, além disso achei-o mais afetuoso do que nunca”.

 

“Senti-me tão feliz quando o Mestre disse que esperava dar-te as boas vindas como Filha do Templo, e isto será o meu mais alto e sincero desejo, de chegar a ver esse dia, quando juntos lá estaremos para receber as bênçãos dos Irmãos Maiores”.

 

 Com a adicional ajuda e inspiração da Sra. Augusta Foss Heindel,  o campo de seu trabalho cresceu tão grandiosamente que cedo se tornou necessário que uma Sede Central fosse estabelecida para o propósito de disseminação da Filosofia Rosacruz e fundar uma Ecclesia para servir de foco ao trabalho dos Irmãos Maiores no Serviço de Harmonização e de Cura.

 

 Nos primeiros oito meses de casamento estes dois pioneiros viveram numa pequena casa de três cômodos em Ocean Park, Califórnia, com pouco dinheiro porém com espírito determinado a iniciar cursos por correspondência em Filosofia Rosacruz.

 

Citando a Sra. Augusta Foss Heindel: “Alguns dias antes do dia de Ação de Graças nos Estados Unidos ( última quinta-feira de novembro ), Max Heindel regressou a Los Angeles e chegou em casa adoentado, estava com o coração abalado. Vivíamos numa pequena casa em Ocean Park, Califórnia, onde passou acamado; aproveitando, escreveu sua primeira Carta aos Probacionistas. Imprimiu-as numa pequena prensa manual, remetendo-as aos mesmos. Isto foi em dezembro de 1910; durante os dez meses subseqüentes e com grande trabalho, seguimos o mesmo processo na preparação das Cartas aos Probacionistas e aos Estudantes. Naquele tempo a Fraternidade foi denominada “Associação Internacional de Cristãos Místicos”, esta insígnia foi usada desde então junto com o lema “Uma Mente Pura, Um Coração Nobre e Um Corpo São”.

 

Muitas vezes , tanto verbalmente  como em cartas , Max Heindel se referia à sua esposa como sua querida companheira na Obra e quão gigantesco era para eles a tarefa de difundir os ensinamentos.

 

“Nós elevamos as nossas orações pedindo ajuda, mas quando olhamos para trás, é que percebemos os benefícios que tem havido e as lições que temos apreendido durante esta luta.”

 

“O que o homem aprendeu, isso ele pode ensinar. Minha esposa e eu jamais obtivemos os nossos conhecimentos  sem ser às margens desta linha de esforço, trabalhando igualmente pelos mesmos ideais espirituais, ajudando e tratando de elevar a humanidade, também encontramos uma iluminação que nunca é atingida por aqueles que só buscam vantagens materiais.”